segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A BOLACHA




A BOLACHA


Era uma vez uma moça que estava à espera de seu vôo,
na sala de embarque de um grande aeroporto.
Como ela deveria esperar por muitas horas,
resolveu comprar um livro para matar o tempo. Comprou,
também, um pacote de bolachas.
Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem.
Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada.
Apenas pensou : "Mas que cara de pau ! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse!!!"
A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou:
"Ah. O que será que este abusado vai fazer agora?"
Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.
Ah!!! Aquilo era demais !!! Ela estava bufando de raiva ! Então, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.
Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião olhou dentro da bolsa para pegar uma caneta, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá... ainda intacto, fechadinho !!!
Ela sentiu tanta vergonha! Só então ela percebeu que a errada era ela sempre tão distraída! Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua bolsa....
O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele.

E já não havia mais tempo para se explicar... nem para pedir desculpas!
Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto?
Antes de concluir, observe melhor!
Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa!
Não pense o que não sabe sobre as pessoas.

Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:


- a pedra, depois de atirada;
- a palavra, depois de proferida;
- a ocasião, depois de perdida;
- e o tempo, depois de passado".

Por que Jesus me ama?





Por que Jesus me ama?


...Não creio
que alguém ainda tenha conseguido apresentar uma resposta que seja,
no mínimo, satisfatória, a esta pergunta.

Tentar entender as razões que levam Jesus a me amar é uma
questão indecifrável, porém um sentimento é perfeitamente
perceptível: “o Teu amor me constrange” – II Co. 5:14.


Por que Jesus me ama?

Eu não posso explicar, pois sou tão inconstante e freqüentemente
me encontro nos labirintos das incertezas. Ainda sim Ele aparece
como “lâmpada para meus pés” – Sl. 119:105.


Por que Jesus me ama?

Eu não posso explicar, pois sou pecador e indubitavelmente O
afronto com minhas infantilidades espirituais.

Ainda sim Ele surge como Aquele que “perdoa os pecados e me purifica
de toda injustiça” – I Jo. 1:9.


Por que Jesus me ama?

Eu não posso explicar, pois muitas vezes insisto em trilhar caminhos
desérticos e distantes.

Ainda sim Ele se revela com a promessa de “derramar águas sobre
o sedento, e correntes sobre a terra seca” – Is. 44:03.


Por que Jesus me ama?

Eu não posso explicar, pois às vezes no meu intimo quero
lutar e desembainhar a espada da ignorância contra meu próximo.
Ainda sim Ele me aconselha: “não por força nem poder, mas
pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” – Zc. 4:6.


Por que Jesus me ama?

Eu não posso explicar, pois de vez enquanto me perco na onda da
tristeza e me deixo levar até as profundezas da fraqueza intrínseca
à minha existência.

Ainda sim sou confrontado, pois “nem altura, nem a profundidade, nem
qualquer outra criatura me separará do amor de Deus, que está
em Cristo Jesus” – Rm. 8:39.

Por que Jesus me
ama?

Eu não posso explicar, pois mesmo quando subo no palco da vida
e escuto os aplausos das multidões, às vezes, parece
que está tudo errado.

Ainda sim Ele me instrui a perceber que “o coração do homem
propõem o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos” Pv. 16:9.


Por que Jesus me ama?

Eu não posso explicar, e tenho certeza que até mesmo vivendo
toda a eternidade será pouco para tentar desvendar uma resposta
que consiga, ao menos, se aproximar das reais intenções que
fazem o coração de Jesus bater no ritmo do amor.


Nunca saberei porque Jesus ainda insiste em me amar, porém viverei
tentando ser a manifestação deste amor tão incompreensível
e desafiadoramente constrangedor.